O problema
A empresa tinha muitos dados, espalhados em diferentes controles, e pouca visão consolidada para decidir. Cada área olhava para os próprios números, e as reuniões de gestão começavam discutindo qual informação estava certa.
O diagnóstico
Identificamos quais decisões a gestão precisava tomar com frequência e quais informações eram, de fato, necessárias para elas. O excesso de dados sem prioridade era parte do problema.
O que fizemos
Definimos os indicadores prioritários, poucos e ligados às decisões da gestão.
Criamos uma rotina de acompanhamento gerencial, com periodicidade e responsáveis claros por cada indicador.
O resultado
As reuniões de gestão passaram a partir dos mesmos números e das mesmas prioridades. O tempo antes gasto conferindo informações passou a ser usado para decidir.
O que este case mostra
Indicadores não servem para preencher painéis. Servem para apoiar decisões, e por isso precisam ser poucos, confiáveis e acompanhados com rotina.
